Nossa homenagem ao eterno Garciaterça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Conferencia de Saude
O MPM estará na Conferência de Saude, neste final de semana, estarem lá para contribuir um pouquinha para a melhora da saúde, nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, venha você também
terça-feira, 17 de novembro de 2009
À CLASSE OPERÁRIA
Esta é a história de Maurício e de sua militância:
Convenções e sindicâncias, manifestações, comícios...
Discutia com elegância e petulância, o operário
Em todo e qualquer cenário, em toda e qualquer instância...
Exercia tal fascínio sobre os outros funcionários,
Que crescia a intolerância dos patrões e empresários
(Seus milhões de adversários que ordenavam com arrogância:
“Marchem!... Marchem, ordinários! Proletários! Estrupícios!”)
Com canhões e batalhões, esses Barões oportunistas,
Lampiões, reacionários, tubarões, capitalistas,
Mercenários, sanguinários e Fascistas e Nazistas,
Lhe chamavam de Anarquista, Idealista e Visionário!...
Mas, Maurício, o operário proletário, desde o início,
Só queria Mais-Valia e um Sistema igualitário...
Justas distribuições, bem como dignos salários
e melhores condições e provisões e benefícios...
E buscava melhorias, patrocínios, parcerias
Com reivindicações em que visava ser propício
E discursos que cobravam os recursos necessários
(Porque tudo era precário: Inflações e carestias...)
Mas, um dia, eis que Maurício, acometido por indícios
De sérias complicações nos dois pulmões, foi ao declínio
E esqueceu as ascensões... caiu na falta de importância
Como quem cai, de repente, do alto de um precipício
E apesar de toda ânsia, proibido ao exercício,
Desmarcou seus compromissos e manteve-se à distância
E lembrou de sua infância e tornou aos seus patrícios:
Olegário, João, Hermínio, Constância, Marcus Vinícius...
Doutor Plínio, o salafrário, assassino de Maurício
-Que adoeceu, morreu em conseqüência do ofício-
Mais cretino do que nunca, não privou-se a um comentário
E até meio que sorrindo, declarou, um tanto omisso:
“Nada tenho a ver com isso, pois, morreu mais um otário
Sem domínio sobre o vício que causou seu extermínio!”
(Muito embora ele fumasse o alumínio e não cigarro
E tossisse seu pigarro por todos os orifícios!...)
Mas, Maurício, o voluntário solidário, o ativista,
Se, aos patrões, foi um grevista “visionário, idealista,”,
O líder sindicalista foi um revolucionário
De inúmeras conquistas !... Não foi vão seu sacrifício!...
Ivone Mendes
Convenções e sindicâncias, manifestações, comícios...
Discutia com elegância e petulância, o operário
Em todo e qualquer cenário, em toda e qualquer instância...
Exercia tal fascínio sobre os outros funcionários,
Que crescia a intolerância dos patrões e empresários
(Seus milhões de adversários que ordenavam com arrogância:
“Marchem!... Marchem, ordinários! Proletários! Estrupícios!”)
Com canhões e batalhões, esses Barões oportunistas,
Lampiões, reacionários, tubarões, capitalistas,
Mercenários, sanguinários e Fascistas e Nazistas,
Lhe chamavam de Anarquista, Idealista e Visionário!...
Mas, Maurício, o operário proletário, desde o início,
Só queria Mais-Valia e um Sistema igualitário...
Justas distribuições, bem como dignos salários
e melhores condições e provisões e benefícios...
E buscava melhorias, patrocínios, parcerias
Com reivindicações em que visava ser propício
E discursos que cobravam os recursos necessários
(Porque tudo era precário: Inflações e carestias...)
Mas, um dia, eis que Maurício, acometido por indícios
De sérias complicações nos dois pulmões, foi ao declínio
E esqueceu as ascensões... caiu na falta de importância
Como quem cai, de repente, do alto de um precipício
E apesar de toda ânsia, proibido ao exercício,
Desmarcou seus compromissos e manteve-se à distância
E lembrou de sua infância e tornou aos seus patrícios:
Olegário, João, Hermínio, Constância, Marcus Vinícius...
Doutor Plínio, o salafrário, assassino de Maurício
-Que adoeceu, morreu em conseqüência do ofício-
Mais cretino do que nunca, não privou-se a um comentário
E até meio que sorrindo, declarou, um tanto omisso:
“Nada tenho a ver com isso, pois, morreu mais um otário
Sem domínio sobre o vício que causou seu extermínio!”
(Muito embora ele fumasse o alumínio e não cigarro
E tossisse seu pigarro por todos os orifícios!...)
Mas, Maurício, o voluntário solidário, o ativista,
Se, aos patrões, foi um grevista “visionário, idealista,”,
O líder sindicalista foi um revolucionário
De inúmeras conquistas !... Não foi vão seu sacrifício!...
Ivone Mendes
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
CINE CLUBE
Programação - Novembro de 2009
Reflexões críticas sobre a mídia
3.nov • terça • 19h •
Reflexões críticas sobre a mídia
3.nov • terça • 19h •
A Montanha dos Sete Abutres Diretor: Billy Wilder - EUA/1951 - Duração: 111 minutosRepórter em decadência fareja um grande assunto quando um homem fica preso numa mina. Com a cumplicidade do xerife e da mulher da vítima, explora o fato, mas não parece muito disposto a salvar a vida da vítima. É a grande imprensa transformando as notícias em apenas mais um produto para ser colocado no mercado e consumido.Debatedor: Valdir de Castro Oliveira - jornalista e doutor em Ciência da Comunicação (USP)
10.nov • terça • 19h •
10.nov • terça • 19h •
Frost/Nixon. Direção: Ron Howard - EUA/Reino Unido/França/2008 - Duração: 122 minutosÉ a história da célebre entrevista feita pelo jornalista Frost com Richard Nixon, quando o ex-presidente acabou assumindo que sabia de Watergate e, portanto, foi responsável pela espionagem. Ao final estão trechos da entrevista original.Debatedora: Carmem Dulce Vieira – jornalista , professora do curso de Comunicação da UFMG e mestre em Sociologia.
17.nov • terça • 19h •
17.nov • terça • 19h •
O Quarto Poder Direção: Costa-Gravas - EUA/1997 - Duração: 114 minutosCosta Gravas discute o poder e a manipulação da mídia para favorecer os interesses de terceiros, e em busca da conquista de audiência. Na verdade, a imprensa é o primeiro poder no momento de construir uma imagem e também de destruí-la, não importando se para isso irá prejudicar pessoas e atrapalhar vidas.Debatedor: Arthur Lobato - jornalista e psicólogo - vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e Diretor Executivo da FENAJ
24.nov • terça • 19h •
24.nov • terça • 19h •
Boa Noite e Boa Sorte Direção: George Clooney - EUA/2005 - Duração: 93minutosNos anos 50, a queda do político Joseph McCarthy é causada pelos embates entre ele e o âncora da rede CBS Edward R. Murrow. O senador foi responsável pela operação "Caça às Bruxas", que acusava, sem provas, cidadãos americanos de serem comunistas.Debatedora: Taís Ferreira - jornalista, pós-graduada em Memória e Cinema.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Poema
MULHER:
Realmente, a beleza se parece
Com você...
Em ti, por certo, se reconhece...
Quando a ti olha, a si se vê...
E julga-te o espelho seu
E mira-te enquanto lê
Todas as liras que escreveu
E nas quais creu... mas já não crê...
Duvida da própria existência:
Qual é real? Qual é dublê?
Nela, ser bela é aparência;
Em ti, é essência sem cliché...
As vezes até eu confundo
Mas a beleza é degradê...
O teu olhar é mais profundo
E teu veludo é cotelê...
Ela retoca a maquiagem,
Usa perfume contouré
E tem ciúme da tua imagem,
Porém, te assiste em matinê...
Nela, a vaidade é imprudente
E sua máscara marché,
Deixa cair, por acidente,
Sempre que voa sem brevê...
O que ela busca, de ponta a ponta,
Tonta, tal qual um bambolê,
Você possui sem se dar conta...
Tanto do quanto, quanto do “Q!”
Ivone Mendes
Realmente, a beleza se parece
Com você...
Em ti, por certo, se reconhece...
Quando a ti olha, a si se vê...
E julga-te o espelho seu
E mira-te enquanto lê
Todas as liras que escreveu
E nas quais creu... mas já não crê...
Duvida da própria existência:
Qual é real? Qual é dublê?
Nela, ser bela é aparência;
Em ti, é essência sem cliché...
As vezes até eu confundo
Mas a beleza é degradê...
O teu olhar é mais profundo
E teu veludo é cotelê...
Ela retoca a maquiagem,
Usa perfume contouré
E tem ciúme da tua imagem,
Porém, te assiste em matinê...
Nela, a vaidade é imprudente
E sua máscara marché,
Deixa cair, por acidente,
Sempre que voa sem brevê...
O que ela busca, de ponta a ponta,
Tonta, tal qual um bambolê,
Você possui sem se dar conta...
Tanto do quanto, quanto do “Q!”
Ivone Mendes
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