Dia 9 – terça-feira – 19 horas - As Férias do Sr. HulotDireção: Jacques Tati – França (1953) - 114 minutosHulot sai de férias para um hotel na praia, mas sua chegada transtorna a vida dos veranistas, pois não há ninguém como ele para provocar confusão. Suas melhores intenções se transformam em desastres que só o seu otimismo permite suportar alegremente. Apesar das confusões, ele consegue despertar simpatia, admiração e amizade. O filme recebeu o Grande Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Cannes e o Prêmio Louis Delluc, em 1953.Debatedor: a confirmar
Dia 23 – terça-feira – 19 horas – Entre os muros da escolaDireção: Laurent Cantet – França (2008) - 128 minutos Início das aulas. Tudo seria normal se a escola não estivesse em um bairro cheio de conflitos. Os mestres querem oferecer uma educação de qualidade aos seus alunos, mas devido às diferenças culturais - microcosmo da França contemporânea -, esses jovens podem acabar com todo o entusiasmo. François quer surpreender os jovens, ensinando o sentido da ética, mas eles não parecem dispostos a aceitar os métodos propostos. O filme foi vencedor do Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008.Debatedor: Gilson Reis - Presidente do Sinpro Minas e da CTB Minas
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Haiti
Comitê Mineiro de Apoio ao Haiti é lançado em Belo Horizonte
Em solidariedade ao povo haitiano, o Sinpro Minas e entidades de diversos segmentos sociais, como o Movimento dos Sem-Terra (MST), o Movimento Popular de Mulheres (MPM) e a União Estadual dos Estudantes (UEE), lançaram o Comitê Mineiro de Apoio ao Haiti, nesta sexta-feira (29/1), em Belo Horizonte, para recolher doações de roupas e calçados.
Professores, estudantes, jornalistas e outros representantes da sociedade civil participaram do ato, que exibiu um vídeo contendo trechos da realidade vivida no país. Para Vanderlei Martini, da coordenação nacional do MST, é essencial que o Brasil e os outros países envolvidos no processo de reconstrução do Haiti deem condições para que o povo possa se reerguer. Segundo ele, neste momento é necessário doar o básico para a sobrevivência, como roupas e alimentos, mas em seguida “devemos dar apoio político sem ingerência para que a democracia se estabeleça”.
De acordo com o presidente do Sinpro Minas, Gilson Reis, a campanha integra os vários esforços que têm sido feitos por diversos países, entidades e cidadãos para ajudar a reconstruir o país. Ele explicou que as doações são para uma fase posterior, quando o país tiver refeito parte de sua infra-estrutura e alcançado a estabilidade. “Precisamos também exigir que os governos de todo o mundo, principalmente os países imperialistas, empenhem esforços para reconstruir o Haiti com dignidade”, afirmou Gilson Reis. As roupas e calçados podem ser entregues às entidades que compõem o Comitê, como o Sinpro Minas, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Minas Gerais (Sinttel), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB/Minas), o DCE da UFMG, entre outras. Em breve, o Sinpro Minas divulgará a relação completa dos locais que estarão recebendo as doações. Sede Sinpro MinasRua Jaime Gomes, 198, Bairro Floresta – Belo HorizonteEmail: sinprominas@sinprominas.org.br Fone: (31) 3115-3000
Em solidariedade ao povo haitiano, o Sinpro Minas e entidades de diversos segmentos sociais, como o Movimento dos Sem-Terra (MST), o Movimento Popular de Mulheres (MPM) e a União Estadual dos Estudantes (UEE), lançaram o Comitê Mineiro de Apoio ao Haiti, nesta sexta-feira (29/1), em Belo Horizonte, para recolher doações de roupas e calçados.
Professores, estudantes, jornalistas e outros representantes da sociedade civil participaram do ato, que exibiu um vídeo contendo trechos da realidade vivida no país. Para Vanderlei Martini, da coordenação nacional do MST, é essencial que o Brasil e os outros países envolvidos no processo de reconstrução do Haiti deem condições para que o povo possa se reerguer. Segundo ele, neste momento é necessário doar o básico para a sobrevivência, como roupas e alimentos, mas em seguida “devemos dar apoio político sem ingerência para que a democracia se estabeleça”.
De acordo com o presidente do Sinpro Minas, Gilson Reis, a campanha integra os vários esforços que têm sido feitos por diversos países, entidades e cidadãos para ajudar a reconstruir o país. Ele explicou que as doações são para uma fase posterior, quando o país tiver refeito parte de sua infra-estrutura e alcançado a estabilidade. “Precisamos também exigir que os governos de todo o mundo, principalmente os países imperialistas, empenhem esforços para reconstruir o Haiti com dignidade”, afirmou Gilson Reis. As roupas e calçados podem ser entregues às entidades que compõem o Comitê, como o Sinpro Minas, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Minas Gerais (Sinttel), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB/Minas), o DCE da UFMG, entre outras. Em breve, o Sinpro Minas divulgará a relação completa dos locais que estarão recebendo as doações. Sede Sinpro MinasRua Jaime Gomes, 198, Bairro Floresta – Belo HorizonteEmail: sinprominas@sinprominas.org.br Fone: (31) 3115-3000
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Conferencia de Saude
O MPM estará na Conferência de Saude, neste final de semana, estarem lá para contribuir um pouquinha para a melhora da saúde, nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, venha você também
terça-feira, 17 de novembro de 2009
À CLASSE OPERÁRIA
Esta é a história de Maurício e de sua militância:
Convenções e sindicâncias, manifestações, comícios...
Discutia com elegância e petulância, o operário
Em todo e qualquer cenário, em toda e qualquer instância...
Exercia tal fascínio sobre os outros funcionários,
Que crescia a intolerância dos patrões e empresários
(Seus milhões de adversários que ordenavam com arrogância:
“Marchem!... Marchem, ordinários! Proletários! Estrupícios!”)
Com canhões e batalhões, esses Barões oportunistas,
Lampiões, reacionários, tubarões, capitalistas,
Mercenários, sanguinários e Fascistas e Nazistas,
Lhe chamavam de Anarquista, Idealista e Visionário!...
Mas, Maurício, o operário proletário, desde o início,
Só queria Mais-Valia e um Sistema igualitário...
Justas distribuições, bem como dignos salários
e melhores condições e provisões e benefícios...
E buscava melhorias, patrocínios, parcerias
Com reivindicações em que visava ser propício
E discursos que cobravam os recursos necessários
(Porque tudo era precário: Inflações e carestias...)
Mas, um dia, eis que Maurício, acometido por indícios
De sérias complicações nos dois pulmões, foi ao declínio
E esqueceu as ascensões... caiu na falta de importância
Como quem cai, de repente, do alto de um precipício
E apesar de toda ânsia, proibido ao exercício,
Desmarcou seus compromissos e manteve-se à distância
E lembrou de sua infância e tornou aos seus patrícios:
Olegário, João, Hermínio, Constância, Marcus Vinícius...
Doutor Plínio, o salafrário, assassino de Maurício
-Que adoeceu, morreu em conseqüência do ofício-
Mais cretino do que nunca, não privou-se a um comentário
E até meio que sorrindo, declarou, um tanto omisso:
“Nada tenho a ver com isso, pois, morreu mais um otário
Sem domínio sobre o vício que causou seu extermínio!”
(Muito embora ele fumasse o alumínio e não cigarro
E tossisse seu pigarro por todos os orifícios!...)
Mas, Maurício, o voluntário solidário, o ativista,
Se, aos patrões, foi um grevista “visionário, idealista,”,
O líder sindicalista foi um revolucionário
De inúmeras conquistas !... Não foi vão seu sacrifício!...
Ivone Mendes
Convenções e sindicâncias, manifestações, comícios...
Discutia com elegância e petulância, o operário
Em todo e qualquer cenário, em toda e qualquer instância...
Exercia tal fascínio sobre os outros funcionários,
Que crescia a intolerância dos patrões e empresários
(Seus milhões de adversários que ordenavam com arrogância:
“Marchem!... Marchem, ordinários! Proletários! Estrupícios!”)
Com canhões e batalhões, esses Barões oportunistas,
Lampiões, reacionários, tubarões, capitalistas,
Mercenários, sanguinários e Fascistas e Nazistas,
Lhe chamavam de Anarquista, Idealista e Visionário!...
Mas, Maurício, o operário proletário, desde o início,
Só queria Mais-Valia e um Sistema igualitário...
Justas distribuições, bem como dignos salários
e melhores condições e provisões e benefícios...
E buscava melhorias, patrocínios, parcerias
Com reivindicações em que visava ser propício
E discursos que cobravam os recursos necessários
(Porque tudo era precário: Inflações e carestias...)
Mas, um dia, eis que Maurício, acometido por indícios
De sérias complicações nos dois pulmões, foi ao declínio
E esqueceu as ascensões... caiu na falta de importância
Como quem cai, de repente, do alto de um precipício
E apesar de toda ânsia, proibido ao exercício,
Desmarcou seus compromissos e manteve-se à distância
E lembrou de sua infância e tornou aos seus patrícios:
Olegário, João, Hermínio, Constância, Marcus Vinícius...
Doutor Plínio, o salafrário, assassino de Maurício
-Que adoeceu, morreu em conseqüência do ofício-
Mais cretino do que nunca, não privou-se a um comentário
E até meio que sorrindo, declarou, um tanto omisso:
“Nada tenho a ver com isso, pois, morreu mais um otário
Sem domínio sobre o vício que causou seu extermínio!”
(Muito embora ele fumasse o alumínio e não cigarro
E tossisse seu pigarro por todos os orifícios!...)
Mas, Maurício, o voluntário solidário, o ativista,
Se, aos patrões, foi um grevista “visionário, idealista,”,
O líder sindicalista foi um revolucionário
De inúmeras conquistas !... Não foi vão seu sacrifício!...
Ivone Mendes
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