segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A gravidez é desrespeitada....

A gravidez é desrespeitada na hora em que a mulher mais precisa de atenção



Uma pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo revelou que 25% das mulheres que tiveram filhos de parto natural na rede pública ou privada de saúde sofreram algum tipo de violência no atendimento ao parto. Dessas, 74% ouviram a ofensas na rede pública e 17% em hospitais particulares. Outras 8%, nos dois locais.
Os dados são da pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Públicos e Privados, feita em agosto do ano passado. No capítulo Violência Institucional no Parto, a pesquisa mostra que, entre as entrevistadas, 68% tiveram o parto na rede pública, 16% na privada e 8% recorreram às duas redes hospitalares em ocasiões distintas.
A pesquisa indicou ainda que 23% das entrevistadas ouviram algum tipo de despropósito durante o momento do parto. Entre as frases mais ouvidas, estão “não chora que, no ano que vem, você está aqui de novo” (15%); seguida de “na de hora de fazer não chorou nem chamou a mamãe, por que está fazendo [isso] agora?” (14%); “se gritar, eu paro agora o que estou fazendo, não vou te atender” (6%); e “se gritar vai fazer mal para o seu neném, seu neném vai nascer surdo” (5%).
Também foi constatado que 10% das mulheres sentiram dor ao fazer o exame de toque durante o trabalho de parto, 10% tiveram negado o pedido de algum tipo de alívio para a dor e 9% responderam que foram ofendidas com gritos do atendente. E ainda 9% das mulheres não foram informadas sobre qual o procedimento o atendente estava fazendo, 8% reclamaram que o atendente se negou a atendê-las e 7% foram humilhadas ou xingadas.

Fonte: Correio do Brasil

Direito a medicamentos

A Constituição garante saúde como direito, e afirma que é obrigação do
Estado prover os meios para o exercício deste direito. A distribuição de
medicamentos está, desde 1988, incluído aí.

Muitas vezes @s gestor@s esquecem, e a população desconhece.

Assim, repassamos a lista de medicamentos que estão disponíveis nas
Farmácias Populares (sem ter que pagar novamente por eles, pois já
pagamos através dos impostos)....lembrando que ainda precisamos lutar
para que eles voltem - como já aconteceu - para as farmácias de postos,
centros de saude e hospitais. E que tod@s que necessitem tenham acesso a
eles.

Governo do Brasil lança Disque Denúncia Homofobia




No sábado, 19 de fevereiro, aconteceu um ato de lançamento do Módulo LGBT do Disque Direitos Humanos (Disque 100) que prestará atendimento nacional dedicado a denúncias de discriminação e violência por orientação sexual e identidade de gênero, ou seja: homofobia. O lançamento foi feito pela ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, acompanhada da vice-presidente do Senado, senadora Marta Suplicy, bem como o deputado federal Jean Wyllys, o secretário de direitos humanos do município de São Paulo e ex-ministro da Justiça, José Gregori, entre outras autoridades.


Na ocasião, também foi lançado o selo “Faça do Brasil um território sem homofobia” que tem um selo adesivo como peça de divulgação, além de ter o propósito de incentivar o uso do Disque 100 pela população LGBT.


Após o ato, a ministra Maria do Rosário colou um adesivo com o selo “Faça do Brasil um Território Livre da Homofobia” na avenida Paulista. A ideia é que o símbolo seja fixado em todos os locais onde as pessoas LGBT sofrerem violência, como forma de registro e protesto.

Em seguida, houve uma marcha contra a homofobia, também na avenida Paulista, com a participação de em torno de mil pessoas.



(fotos: Montserrat Bevilaqua e site Hip Hop Mulher)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Diálogos no Conselho



Diálogos no Conselho: CRP-MG realiza evento comemorativo do Dia Internacional da Mulher

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher o Conselho Regional de Psicologia-Minas Gerais (CRP-MG) realiza no dia 1º de março, terça-feira, o projeto Diálogos no Conselho com o tema “Sim, a mulher pode!”. O evento será ocorrerá no Auditório Ruy Flores, situado na sede da autarquia (Rua Timbiras, 1532, 6º andar. Lourdes. Belo Horizonte). As vagas são limitadas. Inscrições podem ser feitas pelo e-mail rp@crp04.org.br

“Sim, a mulher pode!” foi proposto como tema do projeto Diálogos no Conselho com o objetivo de debater os espaços que as mulheres têm ocupado nas últimas décadas, que antes eram galgados apenas por homens. Neste contexto, será discutida a maneira diferenciada que a mulher tem de condução de cargos de liderança, seja no meio político, nos movimentos sociais, no mercado de trabalho e outros.

O encontro tem, ainda, o intuito de traçar uma linha poradoxal quanto à visão que os homens têm da mulher em cargos de poder. Mostrar as diferenças do modo feminino de liderar. Salientar a visão feminina diante de obstáculos e busca de soluções.

PROGRAMAÇÃO

19h30 – Abertura

19h45 – Exposição

1. Eixo: Mulheres líderes
Dirlene Marques - Representante do Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial

2. Eixo: A inserção em mercados que antes eram exclusivos dos homens
Marta Freitas - Engenheira de segurança do trabalho e atual diretora do Centro Regional da Fundacentro

3. Eixo: A mulher na política
Maria do Carmo Lara - Psicóloga e atual prefeita de Betim

Mediadora
Georgina Maria Véras Motta - Presidente do CRP-MG

21h00 – Debate

SERVIÇO

Data: 1º de março (terça-feira)
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Auditório Ruy Flores Lopes
Rua Timbiras, 1532, 6º andar. Lourdes. Belo Horizonte
Informações: 2138-6769

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